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“Sempre gostei da ideia de trabalhar no serviço público, não só pela estabilidade e boas remunerações, mas também por planos de carreira que permitam a ascensão profissional.”

 

Confira nossa entrevista com Lucas Souza Smidt, aprovado em 75º lugar na PF 2021 para o cargo de Escrivão:

 

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam te conhecer melhor. Você é formado em que área? Qual sua idade? De onde você é?

Lucas Souza Smidt: Sou formado em Engenharia Civil e tenho 26 anos. Sou de Ubatã-Bahia, mas já faz alguns anos que moro em Ilhéus-Bahia.

Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos? Por que a área Policial?

Lucas: Comecei a estudar para concursos no último semestre da faculdade, pois já não me via atuando como engenheiro.

Acabei estudando para outras áreas de concurso, mas sempre fui atraído pela área policial, principalmente pelas atividades desempenhadas e pela possibilidade de contribuir para a melhoria da sociedade de uma forma mais direta. 

Estratégia: Durante sua caminhada como concurseiro, você trabalhava e estudava (como conciliava trabalho e estudos?), ou se dedicava inteiramente aos estudos para concurso?

Lucas: No início da minha caminhada, tive que conciliar com o último semestre da faculdade. Depois conciliei os estudos para concurso com o meu trabalho.

Estratégia: Quantos e em quais concursos já foi aprovado? Qual o último? Em qual cargo e em que colocação?

Lucas: Minha primeira aprovação foi para Técnico Universitário da Universidade Estadual de Santa Cruz (1º lugar). Depois para Bombeiro Militar do Estado da Bahia (5º lugar – Região Ilhéus). E agora para Escrivão da Polícia Federal (75º lugar).

Estratégia: Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados/classificados na primeira fase do certame?

Lucas: É uma sensação única. É uma mistura de euforia pela aprovação com um alívio por saber que deu tudo certo e que cada esforço valeu a pena.

Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social?

Lucas: Como tive que conciliar trabalho e estudos na maior parte da minha preparação, eu tinha que aproveitar o tempo disponível do fim de semana para poder me dedicar totalmente aos estudos. Então, minha vida social teve que ser bastante sacrificada, principalmente quando eu estava em um pós-edital.

Estratégia:  Você é casado? Tem filhos? Namora? Mora com seus pais? Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseiro? Se sim, de que forma?

Lucas: Não tenho filhos. Moro com minha mãe, uma tia e uma prima. Minha mãe sempre me incentivou a estudar e me apoiou muito em minha jornada.

Minha namorada, Alice, também foi muito importante para mim. Virei concurseiro no início do nosso namoro e ela, além de me apoiar muito, foi muito compreensiva nos momentos que precisei passar menos tempo com ela para ter que estudar.

Estratégia: Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior?

Lucas: Acredito que seja uma decisão bem pessoal e relativa para cada um, mas, em regra, eu recomendo. Eu mesmo fiz isso: utilizei um concurso escada para depois buscar um cargo melhor. Isso ajuda a dar uma tranquilidade maior nos estudos, além de ajudar com as despesas durante a preparação e a realização das provas.

Ainda não decidi se esse é o meu último concurso, mas há grande possibilidade de ser. Eu me sinto muito realizado (pessoalmente, profissionalmente, financeiramente, etc.) com a possibilidade de ser Policial Federal.

Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso que foi aprovado?

Lucas: Foram cerca de 9 meses estudando especificamente para a Polícia Federal. Porém, no total, eu já tinha 3 anos e 3 meses estudando para concursos.

Estratégia: Chegou a estudar sem ter edital na praça? Durante esse tempo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos?

Lucas: Sim. Nesse caso, a principal motivação para manter a disciplina nos estudos era o desejo de estudar o máximo do conteúdo programático da prova de 2018 antes da publicação do novo edital. Assim, no pós-edital eu apenas revisaria os assuntos e não precisaria aprender nada novo.

Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Lucas: Utilizei principalmente os PDFs e utilizava videoaulas apenas naquelas matérias que eu tinha mais dificuldade. Também utilizava os áudios do Estratégia Cast ao ir para a academia e para a natação visando ganhar mais tempo de estudo.

Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?

Lucas: Conheci quando comecei a pesquisar sobre qual o melhor material para me preparar para concursos. O Estratégia sempre foi o mais recomendado, então decidi adquirir o seu material. E hoje tenho a certeza que fiz a escolha certa.

Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que devem ser memorizados. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? 

Lucas: Eu estudava entre 3 e 4 horas líquidas diárias nos dias da semana e tentava estudar um pouco mais nos fins de semana.

Durante muito tempo estudei sozinho, através de ciclos de estudos e estudando várias matérias ao mesmo tempo. Nessa época, focava mais em leitura/releitura da teoria do que exercícios.

Porém, para fazer o concurso da PF decidi contratar uma consultoria que me ajudou muito e mudou um pouco a minha forma de estudar. Fiz resumos de algumas matérias para ter um material de revisão rápido para as vésperas da prova e comecei a fazer mais questões (fiz cerca de 13 mil questões só no pós-edital da PF).

Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

Lucas: Eu tive mais dificuldade em Estatística e Tecnologia da Informação. Nessas matérias eu tive que recorrer às videoaulas para entender melhor os assuntos. Além disso, fiz alguns resumos para fixar melhor as informações, principalmente as fórmulas de Estatística.

Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo?

Lucas: Eu tirei 15 dias de férias do trabalho para poder estudar o máximo possível nos dias que antecederam a prova. Também deixei de ir para a academia e para a natação para ter mais tempo para estudar na reta final. Nesses últimos dias, além de revisar bastante e de fazer muitas questões, também assisti a quase todas as transmissões da “Hora da Verdade” do Estratégia para rever os principais assuntos do edital.

Na véspera da prova também foi mais um dia de estudo. Acompanhei a revisão de véspera do Estratégia no YouTube e também revisei algumas anotações.

Até no dia da prova cheguei a ler algumas fórmulas pela manhã para não correr o risco de esquecer e também revisei rapidamente algumas anotações de possíveis temas de discursivas.

Estratégia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?

Lucas: Principal conselho: siga o esqueleto da Prof. Janaína Arruda!!! Assistir às suas aulas e seguir seu esqueleto foi suficiente para tirar uma boa nota na redação da prova da PF.

Eu normalmente escrevia uma redação por semana, além daquelas que eu fazia nos dias de simulados. Costumava escrever sobre temas variados para poder me preparar para a maioria de possibilidades que a banca poderia trazer na prova. Também acompanhava notícias policiais recentes e assisti às videoaulas do Estratégia para conseguir escrever melhor sobre alguns assuntos.

Estratégia: Como está sendo sua preparação para o TAF e para as demais etapas?

Lucas: Comecei a me preparar para o TAF já no pré-edital. Isso foi muito importante para conseguir alcançar os índices sem pressa e sem risco de me lesionar.

Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Lucas: Erros: meu principal erro foi fazer poucas questões no início da minha preparação, já que quando aumentei a quantidade de questões consegui fixar melhor os assuntos e melhorar o meu desempenho.

Acertos: aumentar o número de questões que eu fazia diariamente e procurar a ajuda de uma consultoria para melhorar minha preparação no pós-edital.

Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, como fez para seguir em frente?

Lucas: O mais difícil é manter a constância, já que é um ciclo repetitivo: estudar, revisar e fazer questões. Porém, nunca pensei em desistir. Sempre acreditei que uma hora eu passaria em um grande concurso, mesmo que demorasse alguns anos para que isso acontecesse.

Estratégia: Qual foi sua principal motivação?

Lucas: A minha principal motivação era poder dar uma qualidade de vida melhor à minha mãe. Além disso, sempre gostei da ideia de trabalhar no serviço público, não só pela estabilidade e boas remunerações, mas também por planos de carreira que permitam a ascensão profissional.

Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Lucas: A caminhada do concurseiro não é fácil, mas jamais desista dos seus sonhos. No fim, todo o seu esforço valerá a pena e os seus sacrifícios serão recompensados com a sua aprovação.

Fonte: Estratégia Concursos

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