Apostilas em PDF – Conheça o seu professor: Cícero Coimbra!

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Conheça o seu professor: Cícero Coimbra
Conheça o seu professor: Cícero Coimbra

Em 1989, Cícero Coimbra ingressou no Exército Brasileiro, integrando o Curso de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército (CPOR) de São Paulo. A partir daí, ele progrediria cada vez mais na carreira militar, e foi esse caminho que possibilitou o contato com o Direito Militar e com a docência, as duas áreas nas quais se encontrou e se realizou profissionalmente.

Enquanto a atuação como docente na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, no período de 2000 a 2013, representou um grande marco na sua carreira como professor, ter tomado posse como Promotor de Justiça Militar no Ofício da 2ª Procuradoria de Justiça Militar de Brasília/DF, em 2013, foi a concretização do seu anseio de trabalhar de maneira ainda mais direta com a área que havia conquistado o seu coração: o Direito Militar.

Hoje, exercendo o cargo de Promotor de Justiça Militar, Cícero Coimbra auxilia alunos e alunas de todo o país a dominarem o Direito Militar, tanto com foco em especialização acadêmica quanto para aqueles que estão em busca do cargo público dos sonhos!

Na entrevista do “Conheça o seu Professor” de hoje, venha conhecer mais detalhes sobre a incrível e inspiradora trajetória do professor Cícero Coimbra, marcada por muita dedicação e pelo desejo de estar em constante aprendizado e aprimoramento!

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Com as aulas do professor Cícero Coimbra, entender Direito Militar torna-se um processo mais dinâmico e descomplicado. Afinal, além das muitas qualificações acadêmicas, ele reúne a experiência de anos de trabalho na área, bem como os aprendizados da sua própria época como concurseiro.

Somado a tudo isso, há a didática e o carisma do professor, que sempre valoriza as trocas com os alunos no ambiente de ensino!

Confira abaixo a entrevista completa realizada com o professor Cícero Coimbra!

Questões pessoais – Professor Cícero Coimbra

Já tendo morado em muitas cidades, o professor Cícero Coimbra considera-se um brasileiro naquilo que o Brasil tem de melhor: a mistura, a convivência de várias realidades e culturas em harmonia!

Além das diversas localidades em que morou, o fato de ser paraense de nascimento, paulista de criação e filho de cearenses, fortalece ainda mais essa ideia!

Confira abaixo mais curiosidades sobre o professor!

1. Qual é a sua naturalidade?

Nasci em Maringá/PR, mas passei minha adolescência e juventude em São Paulo/SP, onde estão minhas maiores memórias. Por conta do cargo que ocupo, já morei em Bagé/RS, Fortaleza/CE, Santa Maria/RS e, hoje, em Brasília/DF.

A cidade que ainda desperta minha memória afetiva é São Paulo/SP, onde tenho parte de minha família e meus amigos de maior tempo, mas todas as cidades em que morei tiveram momentos muito especiais e, por isso, nutro um carinho especial por elas.

2. Quantos anos você tem?

55 anos.

3. Quais são os seus passatempos favoritos?

Meus hobbies estão ligados à prática do caratê, arte marcial cuja prática higieniza minha mente e me traz um bem-estar muito grande. Tudo em relação ao caratê tem despertado meu interesse, não apenas a prática, mas também a história, a língua japonesa etc.

Gosto muito de livros com conteúdo histórico, a exemplo de 1932: São Paulo em chamas, de Luiz Octávio de Lima. Conhecer episódios históricos pelos livros me transporta à época, fazendo-me imaginar o dia a dia, as dificuldades, as belezas etc. de um tempo distante.

Em relação à música, considero-me um adepto do rock, mais próximo de bandas de heavy metal tradicional, como Iron Maiden, por exemplo. Mas gosto também de alguns artistas fora do gênero, nacionais e internacionais. Fui ao show de Gilberto Gil em Brasília, por exemplo, e foi sensacional… mas o ingresso para o show do AC/DC em 2026 já está comprado (rs rs rs).

4. Sabe aquele fato sobre você que é inesperado ou que você sempre conta quando conhece alguém legal e quer fazer amizade? Conta aí a sua curiosidade aleatória!

Uma curiosidade que sempre conto às pessoas é que, embora seja paranaense de nascimento e paulista de criação, sou filho de cearenses, o que me permite misturar muitas culturas, especialmente do Nordeste, do Sul e do Sudeste.

Por essa miscelânea, não tenho um “chão tradicional”, considerando-me um “brasileiro” naquilo que o Brasil tem de melhor: a mistura, a convivência de várias realidades e culturas em harmonia.

5. Você tem alguma mania nos estudos?

Esta é uma questão interessante… por vezes, quando estou estudando — hoje, por exemplo, para o doutorado —, surpreendo-me falando alto para fixar a matéria. Talvez seja um vício da docência.

Questões sobre trabalho e estudos – Professor Cícero Coimbra

Graduado em Direito, o professor Cícero Coimbra também é especialista e mestre em sua área de atuação, estando, atualmente, cursando o doutorado em Direito na PUC/SP.

Ele compartilhou, ainda, que considera realizar um pós-doutorado no futuro e que tem o desejo de estudar a língua japonesa — idioma fortemente ligado ao seu hobbie favorito: o caratê.

1. Além do Gran, você tem uma carreira na qual atua profissionalmente?

Leciono, basicamente, Direito Militar no Gran, e isso se deve à minha trajetória profissional.

Ingressei no Exército Brasileiro em 1989, no Curso de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército (CPOR) de São Paulo, escolhendo a arma de Artilharia. Servi em Itu/SP e em Praia Grande/SP, ainda pelo Exército Brasileiro.

Em 1992, após aprovação em concurso público, ingressei na Polícia Militar de São Paulo, na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, sendo declarado Aspirante a Oficial em 19 de dezembro de 1994. Na PMESP, trabalhei em unidade operacional de policiamento, na Corregedoria da PMESP e na Casa Militar do Governo do Estado de São Paulo.

Quando no posto de Capitão da PMESP, fui aprovado no concurso de provas e títulos para o cargo de promotor de Justiça Militar, no Ministério Público Militar, ramo do Ministério Público da União, tratando-se de um cargo civil.

Tomei posse no Ministério Público Militar em novembro de 2013, sendo o cargo de Promotor de Justiça Militar minha atual atividade profissional, especificamente no 4º Ofício da 2ª Procuradoria de Justiça Militar de Brasília/DF.

2. O que te motivou a escolher essa profissão?

A proximidade com o Direito Penal Militar, especialmente na Polícia Militar de São Paulo, na Corregedoria, onde servi por 13 anos, foi a grande propulsora da minha escolha.

Queria não apenas fazer inquéritos policiais militares, mas atuar no processo; assim, a Justiça Militar e o Ministério Público Militar foram uma escolha natural nesse caminho.

3. Qual a sua graduação? Possui alguma especialização?

Sou graduado em Direito (FMU-SP – 1998), Especialista em Direito Penal (Escola Superior do MP – SP – 2004), mestre em Direito (PUC-SP – 2008), mestre em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública (PMESP – SP – 2012) e, atualmente, curso o doutorado em Direito na PUC/SP.

Pretendo fazer, após o doutorado, um curso de língua japonesa para poder me aprofundar no estudo do caratê.

Penso também em um pós-doutorado e, por vezes, tenho vontade de fazer uma nova graduação em História ou Filosofia.

4. Quais foram os principais desafios na sua carreira?

Certamente, o maior desafio foi estudar com a concomitância de outros papéis sociais, especialmente o de marido e pai.

Quando ingressei no Ministério Público, já era pai, inclusive de filhos pequenos, o que exigia dedicação compartilhada com os estudos. Mas valeu muito!

5. Você já trabalha no cargo dos seus sonhos? Se sim, qual a sensação? Se não, qual é e por quê?

Certamente!

Faço o que gosto, pois estudo e aplico os conhecimentos na promoção do Direito, área para a qual canalizei minha vida. Não me enxergo em outra carreira, ao menos por agora.

O que me motiva a continuar é o poder de mudança da realidade que o cargo me proporciona. Quando promovo uma ação penal, estou a defender direitos da vítima de um ilícito, e isso me parece ser bem importante. Claro, há também o outro lado, o do réu, mas aí está a grande “magia” que enxergo no meu cargo, qual seja, a de não estar vinculado a uma condenação, pois o Ministério Público pode, embora tenha formulado a denúncia, pedir a absolvição se compreender não haver razão para condenar.

Já postulei a absolvição de vários réus que, por suas hábeis defesas, convenceram-me de sua inocência.

6. Quais foram suas melhores táticas para conseguir chegar ao seu objetivo?

Cada concursando tem seu modo de preparo.

Particularmente no meu caso, além do planejamento de estudo, gostava de escrever o que compreendia dos estudos, sistematizando esses escritos.

A tática foi muito boa para mim, pois ajudou-me a fixar o conteúdo, mas também rendeu a edição de um livro, o Manual de Processo Penal Militar, lançado em 2014, no ano seguinte à minha posse.

Escrever o que se extrai do estudo foi fundamental para alcançar o meu objetivo.

7. Em quais matérias teve mais facilidade durante os estudos?

No estudo do Direito, a área penal sempre me trouxe maior conforto. Direito Penal, em especial, se tornou algo comum, em que consigo raciocinar automaticamente.

Já o Direito Civil e o Direito Processual Civil não se tornaram meus grandes amigos, mas tento suprir a dificuldade com mais estudo, quando necessário. Exemplificativamente, em um episódio profissional, tive que ingressar no mundo do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), instituto que sequer conhecia, pois não existia na minha época de faculdade, formado ainda no anterior Código de Processo Civil. Tive que arregaçar as mangas e me deitar sobre os livros de processo civil, estudando o instituto e, com essa estratégia, tudo deu certo.

Esse exemplo é muito simbólico para mim, pois indica que estamos sempre em constante aprendizado diante dos desafios que se apresentam.

8. Em quais matérias você teve mais dificuldade enquanto estudava?

Sempre fui um “humanoide”, de modo que as matérias de exatas eram (e são) meu ponto fraco.

Na formação dos ensinos fundamental e médio, Língua Portuguesa, História, Geografia etc. eram meu ponto de conforto, mas, nas provas de matemática, física e química, a tensão era grande; conseguia ficar um pouco acima da média.

9. Como você se tornou professor(a)?

Sempre tive alguns professores como “ícones” de uma vida digna, especialmente um tio, professor na Universidade Estadual de Maringá, e meu sogro, professor da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. Espelhando-me neles, busquei a carreira acadêmica e a docência.

O início como docente, entretanto, se deu pela atuação como oficial do Exército e da Polícia Militar, porquanto nesses cargos eu tinha por incumbência ministrar instruções sobre matérias da carreira, além de prelecionar subordinados. Em suma, os cargos que ocupei nas carreiras militares me propiciaram ter contato com outras pessoas em uma relação de instrutor/instruendo, o que ajudou muito.

Nesse caminho, destaco como fundamental minha fase de docente na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, de 2000 a 2013. Foi muito honroso e de grande responsabilidade lecionar na Academia onde me formei, tratando-se de um período muito profícuo da faceta de docente.

10. Há quanto tempo você dá aulas?

Não consigo fixar uma data exata em que comecei a lecionar, pois, como já me referi, nos cargos militares falar para os outros era natural.

Mas reputo que o início como professor de Direito Penal Militar na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, em São Paulo, no ano 2000, foi um marco especial, pois, formalmente, ingressava na docência de nível superior, em uma graduação, embora de carreira militar.

11. O que você mais gosta em ser professor?

Muitas coisas me agradam na docência, mas o que mais me deixa revigorado é o contato com os discentes no momento das perguntas. Esse momento é muito especial para a “realimentação” dos conhecimentos.

A cada pergunta respondida, certamente, tenho a chance de aprender mais, minimamente encarando o tema questionado por outro viés, o do aluno. Esse diálogo, essa interação, é fundamental para o vigor da docência.

12. Quais são as matérias que você leciona no Gran?

Principalmente, Direito Penal Militar, Direito Processual Penal Militar, Lei de Organização da Justiça Militar da União e Regimento Interno do STM.

De forma adjacente, Direito Penal Especial — em crimes eleitorais, por exemplo — e legislação penal especial com o viés do Direito Militar.

13. O que faz nos dias em que a motivação falha em aparecer?

Sinceramente, não penso muito em motivação ou em sua ausência.

Vivo o instante pela demanda, ou seja, se há uma necessidade de estudar determinado tema para uma aula ou para um caso concreto, sem pensar na motivação, começo a ler e pesquisar e, naturalmente, o estudo “engrena”.

Certa vez, quando treinava judô — hoje sou adepto do caratê, como já reportei, mas tenho uma gratidão enorme pelo judô —, perguntei ao sensei (professor) o que fazer para ter disposição para ir treinar, pois estava desmotivado. A resposta dele foi um grande ensinamento, embora muito simples e direta. Ele me disse: “Não pense! Venha para o dojo (academia), coloque o judô-gi (quimono), entre no tatame e treine. O desânimo passa!”

Isso vale também para o estudo, no meu caso. Diante da necessidade posta, eu não penso em motivação, desmotivação etc. Ponho-me a estudar e tudo dá certo!

14. Fale um pouco sobre a sua jornada de aprovação no cargo público e/ou grande conquista em sua trajetória até o momento.

A grande conquista profissional foi o ingresso, primeiro, na Academia de Polícia Militar do Barro Branco e, mais recentemente, no Ministério Público Militar — concursos muito concorridos em que obtive sucesso.

Na docência, a carreira acadêmica me traz muita satisfação, o que me prepara para estar em sala de aula (presencial ou virtual) em instituições que fazem a diferença, como o Gran, outra grande alegria em poder pertencer.

15. Por fim, que dica você daria para si mesmo quando começou?

Acho que a principal dica é saber que tudo tem seu tempo e que a paciência para alcançar os objetivos é fundamental.

Nesse propósito, agrada-me muito o que diz a letra da música “Simple Man”, da banda Lynyrd Skynyrd:

“Oh, take your time, don’t live too fast

Troubles will come and they will pass

[…]

And be a simple kind of man

Oh, be something you love and understand

Baby, be a simple kind of man

Oh, won’t you do this for me, son

If you can?”

A música trata, em suma, de um belo conselho de mãe:

“Não tenha pressa, não viva rápido demais

Problemas virão e passarão

[…]

E seja um tipo simples de homem

Oh, seja algo que você ame e entenda

Querido, seja um tipo simples de homem

Oh, você não fará isso por mim, filho

Se puder?”

Sejamos todos homens (e mulheres) simples, construindo calmamente a trajetória, sem pressa e com substância.

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Fonte: Gran Cursos Online

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