Acesse o conteúdo completo – Tudo sobre Malware: Guia completo!
Um guia completo sobre o que é malware e como ele funciona.

Introdução
Você sabia que pode estar sendo vigiado agora mesmo, sem perceber? Seu celular, seu notebook e todos os seus arquivos podem estar infectados por um software sorrateiro que você mesmo, com um simples clique, pode ter deixado entrar.
O nome desse inimigo é malware, uma abreviação do termo em inglês “malicious software” (software malicioso).
De forma simples, podemos conceituar da seguinte maneira:
MALWARE é qualquer programa de computador criado intencionalmente para espionar, danificar ou roubar dados. Atualmente, quase todos os ataques cibernéticos modernos envolvem algum tipo de malware, e eles podem infectar qualquer sistema operacional.
Neste artigo, vamos desvendar o que é malware, como os diferentes tipos funcionam, de que forma eles infectam e como se proteger de forma eficaz.
O que são Malwares?
Malware é qualquer código de software escrito com a intenção de prejudicar sistemas de computador ou seus usuários.
Os cibercriminosos criam e distribuem esses programas por vários motivos, mas todos eles tem algum objetivo nocivo, normalmente causar danos ou gerar lucros.
Os principais objetivos por trás da criação de malware incluem:
- Manter dados como reféns através de ransomware, exigindo grandes quantias em dinheiro.
- Obter acesso não autorizado a redes e sistemas para roubar dados confidenciais.
- Roubar informações, como credenciais de login, números de cartão de crédito e propriedade intelectual.
- Interromper sistemas críticos de empresas e agências governamentais.
Os tipos mais comuns de Malware
Depois de entendermos melhor o que é o malware, precisamos entender que o malware é gênero do qual decorrem várias espécies.
Desta maneira, existem muitas formas de malware e cada uma delas tem um modus operandi bem específico.
Vamos conhecer os tipos mais comuns?
Vírus e Worms
Apesar de muitas vezes usados como sinônimos, há uma diferença fundamental entre eles.
Um vírus precisa de um programa hospedeiro para se anexar e da ação do usuário (como, por exemplo, executar um arquivo) para se espalhar.
Já o worm é mais autônomo. Ou seja, ele pode se replicar e se espalhar por redes de computadores sem qualquer intervenção humana, explorando vulnerabilidades.
Ransomware
Considerado um dos tipos mais destrutivos, o ransomware bloqueia o acesso aos arquivos da vítima, criptografando-os, e exige um pagamento de resgate para liberá-los.

Muitos criminosos utilizam táticas de extorsão vinculadas ao ransomware. Vamos conhecer duas que podem aparecer nas provas:
Extorsão dupla: Aqui, além de bloquear os arquivos, os invasores ameaçam vazar publicamente os dados roubados.
Extorsão tripla: Nesta tática, os hackers também ameaçam lançar um ataque de negação de serviço (DDoS) para tirar os sistemas da vítima do ar.
Cavalos de Troia (Trojans)
Um cavalo de Troia se passa por um software legítimo e útil (como um jogo ou um aplicativo) para enganar o usuário e convencê-lo a instalá-lo.
Uma vez dentro do sistema, já era. Ele abre uma “backdoor” (porta dos fundos), permitindo que o invasor instale outros malwares ou tome controle do dispositivo.
Spyware
Como o nome sugere, o spyware é o malware espião. Ele se esconde no sistema para coletar secretamente informações sobre suas atividades, como senhas, dados bancários, históricos de navegação e e-mails.
ATENÇÃO: Uma técnica comum usada por spywares é o keylogger, que registra tudo o que é digitado no teclado.
Adware
O adware inunda seu dispositivo com anúncios pop-up indesejados e redireciona seu navegador para sites de publicidade.
Embora muitas vezes seja apenas um incômodo, alguns adwares mais agressivos podem coletar seus dados para publicidade direcionada e até mesmo levar você a sites maliciosos que instalam outros tipos de malware.
Além desses, existem outras ameaças sofisticadas como rootkits, que se escondem no núcleo do sistema operacional, e botnets, que transformam seu dispositivo em um ‘zumbi’ para realizar ataques em massa.
E agora aquele esqueminha resumidinho para facilitar a memória:

Como o malware consegue infectar um sistema?
Como vimos acima, para que um malware infecte um dispositivo, ele precisa de uma porta de entrada. Essa “porta” é conhecida como vetor de ataque.
Vamos ver algumas delas:
Engenharia Social e Phishing: Esta é a tática mais comum, responsável por boa parte das infecções por malware. A engenharia social funciona manipulando a psicologia humana, enquanto que e-mails de phishing criam um senso de urgência.
Sempre desconfie de e-mails que tem mensagens como:
“Sua conta será bloqueada!”
“Detectamos um vírus no seu PC!”
“Clique aqui para resgatar seu prêmio!”
Estas mensagens sempre buscam para fazer a vítima clicar em um link ou baixar um anexo infectado.
Downloads de fontes duvidosas: Muitos malwares se disfarçam de softwares úteis, jogos “craqueados” ou cópias gratuitas de filmes e músicas. Eles são frequentemente encontrados em sites de torrent e outros portais não confiáveis.
Mídia removível (Pen Drives): Uma tática clássica é deixar um pen drive infectado em um local público, como uma cafeteria ou um escritório. A curiosidade pode levar alguém a conectá-lo ao computador para ver o que há dentro e, nesse momento, o malware se instala no sistema.
Publicidade Maliciosa (Malvertising): Criminosos podem injetar códigos maliciosos em anúncios exibidos em sites perfeitamente legítimos. Em alguns casos, conhecidos como downloads “drive-by”, o malware pode ser instalado no seu dispositivo apenas por visitar a página, sem que você precise clicar em nada.
Ninguém merece, né?
Como se proteger de um malware?
Dá um baita medo saber que há tantas formas engenhosas de um malware entrar no seu dispositivo, não é? Mas, calma! Saber como os hackers agem e identificar um malware é de suma importância para saber se proteger.
Contudo, saber apenas isso não basta. A parte mais importante é a prevenção.
Adotar boas práticas de segurança digital pode reduzir drasticamente o risco de infecção.
Vamos ver as principais formas de proteção contra um malware:
- Ter um antivírus ativo: Por mais óbvio que seja, manter um software antivírus sempre ativo e atualizado é a uma das melhores formas para garantir a detecção das ameaças mais recentes.
- Manter o sistema atualizado: Atualizações do sistema operacional, navegador e outros softwares frequentemente incluem correções para falhas de segurança que os malwares exploram. Sabe aquela mensagem de “Atualize seu Windows?”. Para de procrastinar e atualiza logo isso, criatura.
- Desconfiar de links e e-mails: Se o remetente não é conhecido ou, mesmo sendo, a mensagem parecer estranha, suspeita ou “boa demais para ser verdade”, o usuário não deve clicar.
- Usar senhas fortes: Senhas curtas e simplórias demais são um portal aberto para invasões. Quem nunca colocou uma senha 123456, né? Mas, para se proteger de malwares, o usuário deve criar senhas complexas, de preferência com combinação de letras, números e símbolos. Além disso, é recomendado que ative a autenticação de múltiplos fatores (MFA).
- Fazer backups: Ter cópias de segurança atualizadas dos arquivos é a melhor defesa contra um ataque de ransomware. Se, por exemplo, os dados forem bloqueados, o usuário pode simplesmente restaurá-los a partir do backup, sem precisar ceder à extorsão dos criminosos.
- Baixar aplicativos de fontes confiáveis: O usuário deve se certificar de baixar aplicativos e softwares de lojas oficiais e dos sites de desenvolvedores conhecidos e confiáveis. Nada de entrar em sites de procedência duvidosa e baixar qualquer coisa que aparece lá.
Conclusão
Neste artigo, pudemos entender um pouco mais o que é um malware, seus principais tipos, como ele ataca e as principais formas de proteção.
Contudo, é sempre bom lembrar que este artigo oferece uma visão geral sobre este assunto, que está inserido dentro de segurança da informação. Desta forma, é um tema vasto e que está em constante evolução.
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Bons estudos!
Renata Sodré
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Fonte: Estratégia Concursos

